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Piloto de helicóptero em São Paulo

Segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero (Abraphe), a cidade de São Paulo é a capital mundial de aeronaves de asas rotativas. Sim, SP é a capital mundial do helicóptero!

São Paulo é oficialmente a capital mundial do helicóptero, atesta novo levantamento realizado pela Abraphe (Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero), num estudo que avalia o tamanho da frota e o número de operações diárias.

Segundo a pesquisa, a capital paulista possui nada menos que 400 aeronaves registradas e cerca de 2.000 pousos e decolagens por dia.

O novo ranking, concluído em agosto de 2013, vem seguido por Nova Iorque (Estados Unidos) e Tóquio (Japão), que ocupam, respectivamente, a segunda e terceira posição no páreo.

Os dados foram fornecidos pelas principais entidades nos principais polos de aviação do mundo, como a FAA (EUA), Canadian Civil Aircraft (Canadá), MLIT (Japão); CAA (Reino Unido), entre outras.

As informações ainda apontam o Brasil como a quarta maior frota civil do mundo, com 1.990 aeronaves, atrás apenas dos Estados Unidos (12.000), Canadá (2.776) e Austrália (2.025).

Como ser piloto comercial?

Para a Abraphe, os números vêm em boa hora, e comprovam suas ações no sentido de garantir a segurança de voo, o planejamento do espaço aéreo e a infraestrutura para comportar a demanda.

A entidade, criada em 1995, ainda se apoia em causas importantes, como a defesa da aviação por helicóptero no desenvolvimento social e econômico do país, além da formação e atuação dos pilotos licenciados no espaço aéreo nacional.

– Curso de piloto: quanto custa?

Nos últimos cinco anos, o setor de helicópteros cresceu 20% ao ano no país. São mais de 3.700 pilotos em operação e média anual superior a 300 licenças para Piloto Comercial de Helicóptero (PCH).

Levantamento do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) indica que o número de acidentes com helicópteros vem caindo vertiginosamente. Em 2012, a redução foi de 15,5%. Até 2016, a meta do IHST (entidade internacional voltada à segurança de voo) é reduzir 80% das ocorrências com este veículo que completa pouco mais de meio século de história.

Fonte: Abraphe

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