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Livros de aeroportos e infraestrutura aeroportuária

Para quem pretende trabalhar na aviação mas não sabe muito sobre como funciona um aeroporto, recomendamos a leitura de algum dos livros abaixo.

Aeroportos são obras arquitetônicas que instigam o imaginário da população local e dá margens para reflexões sobre o ato de viajar, encontros e desencontros,  turismo, viagens e negócios. Na foto acima, funcionária limpa estação de metro que dá acesso ao Aeroporto Internacional de Pequim.

É importante estar preparado para uma entrevista de emprego na aviação, portanto, informação e estudo são a chave para o sucesso. Os livros abaixo são diversos, há informações históricas, fatos curiosos, fotos e imagens e muitos fatos interessantes que podem envolver aeroportos.

A leitura é recomendável especialmente para quem deseja atuar como Agente de Aeroporto, mas também uma boa dica de leitura para todos aeronautas e aeroviários apaixonados por aviação.

Escrever sobre o Aeroporto de Congonhas é repetir a saga de um velho campo de aviação que deu certo e se tornou, hoje o mais movimentado do país.

Em 12 de abril de 1936, quando entrou em operação, Congonhas era o que se chamava ‘Campo de Aviação da Companhia Auto-Estrada‘, pois tinha apenas uma pista de terra batida, às margens da atual Avenida Washington Luís, onde os amantes da aviação experimentavam os passos iniciais do mercado aéreo. O Visconde de Congonhas do Campo, primeiro governante da Província de São Paulo após a Independência, emprestou seu nome ao aeroporto, atualmente dos mais bem aparelhados do Brasil.

O objetivo da coleção é mostrar o processo criativo do arquiteto desde sua idéia original até o desenvolvimento e finalização do projeto, o que faz da coleção um verdadeiro recorte na arquitetura brasileira.

Para isso, sempre que possível serão mostrados desenhos que representem os diversos sistemas que compõe um projeto, além de uma interpretação crítica da produção arquitetônica em seu estilo, forma e funcionalidade. Para esse volume, foi escolhido o escritório Sérgio Parada, e seu projeto para o Terminal Aeroportuário de Brasília, projeto de referência arquitetônica na capital do país.

  • Uma Semana no Aeroporto. Depois de passar uma semana morando em Heathrow, Londres, em 2009, o escritor Alain de Botton descobriu que um aeroporto é muito mais do que apenas um lugar de passagem.

Ao lado do fotógrafo Richard Baker, o autor traz em ‘Uma semana no aeroporto’ um relato sobre o entra e sai do Terminal 5 do Heathrow, num registro muito particular da sua rotina.

  • Aeroporto. Lançado juntamente com uma exposição da fotógrafa Claudia Jaguaribe, este livro aborda, sob vários ângulos, o cotidiano de um aeroporto.

O olhar da artista revela o silêncio da espera, o movimento de turbinas e esteiras e o anonimato dos corredores dourados. É uma visão lírica de um espaço que se torna um símbolo da transitoriedade da vida.

O livro traz ainda uma entrevista com a artista e um ensaio do crítico Agnaldo Farias. Sem dúvida, uma obra para fazer parte da biblioteca de todo amante da aviação, com belas fotografias o livro inspira o amor pela aviação e aeroportos.

Motivados por reflexões e aprendizados, os autores tratam, neste livro, dos benefícios que um setor aeroportuário organizado, dinâmico e lucrativo, com a maior presença privada em suas operações, segundo as tendências internacionais, pode trazer para a sociedade brasileira.

A aviação civil é um instrumento para a alavancagem do crescimento econômico, dado o seu papel no escoamento produtivo e na locomoção das pessoas, e instrumento para a integração, tanto interna, em países com dimensões continentais, como o Brasil, como externa, interconectando diferentes países.

O livro é super atual e contém inúmeras informações e análises para quem pretende estudar ou já está cursando faculdade de aviação civil. É um dos livros essenciais para quem quer entender com profundidade e senso crítico o setor aéreo como um grande complexo sistema que move a economia do país, gerando emprego e riquezas.

Apoiado em farta pesquisa doutrinária e jurisprudencial, nacional e estrangeira, este livro apresenta indiscutível relevância e utilidade, não só pela amplitude e profundidade da abordagem realizada, não encontrável na doutrina pátria, como também pela própria dimensão alcançada pelo tema, em face do advento da Convenção de Montreal, do novo Código Civil e dos reflexos gerados pelos eventos catastróficos dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova York, que inauguraram a utilização de aeronaves civis como armas de destruição em massa.

Entre outros itens analisados ao longo do livro, citam-se os problemas a bordo da aeronave, responsabilidade do preposto, infra-estrutura aeronáutica, contratos de transporte aéreo de passageiros, bagagens e mercadorias, abalroamento aéreo, code-sharing, causas que exoneram, atenuam ou agravam a responsabilidade do transportador aéreo, responsabilidade perante terceiros na superfície e do fabricante-construtor de aeronaves.

Boa leitura!

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