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Como funcionam os Instrumentos de Voo?

Você sabia que quase 100% dos voos comerciais no mundo são operados por instrumentos?

Mesmo em um dia de verão, sem nuvens e com o sol brilhando pilotos de aeronaves comerciais optam por voar com a ajuda de instrumentos, afinal a chance de se perder, tendo como referência apenas o contato visual é muito maior.

Mas afinal qual é a diferença entre um voo visual e um voo por instrumentos (IFR)?

Em resumo Voo Visual é aquele que o piloto faz mantendo referências visuais com o exterior da aeronave, ou seja, sempre vendo o solo, longe de nuvens – e obviamente fora delas. Já Voo por Instrumentos é aquele que o piloto faz sem necessitar enxergar o que está acontecendo fora do avião, ou seja, pode estar dentro de nuvens e não conseguir visualizar o chão.

A imensa maioria dos voos comerciais é feita sobre as regras de voo por instrumentos, por mais que não tenha nuvens e o sol esteja brilhando. O fato dos aviões voarem a altitudes acima de 30 mil pés pode explicar.

Desse modo, quando é preciso pilotar o avião sem as referências visuais externas, o piloto realiza o voo por instrumentos. Para isso, são usados os instrumentos de Voo (Velocímetro, Altímetro, o Vertical Speed (velocidade de subida), o HORIZONTE ARTIFICIAL (que é o instrumento básico para se voar IFR) e os instrumentos de navegação (VOR, ILS, ADF, e Giro Direcional).

Os velocímetros das aeronaves só podem ser interpretados diretamente quando o avião voa no nível do mar e na atmosfera padrão. Com o acréscimo de altitude e com as variações da densidade do ar, certas compensações devem ser consideradas para obter a verdadeira velocidade do avião em relação ao solo.

Nos aviões modernos o piloto dispõe automaticamente das indicações de três velocidades: a indicada (VI, ou IAS em inglês); a aerodinâmica verdadeira (VA ou TAS em inglês) e a Velocidade de Solo (GS em inglês – que é a velocidade em relação ao solo). Nos aviões mais antigos o piloto usa geralmente tabelas para calcular essas velocidades. Como regra geral admite-se que a VA aumenta 2% a cada 1000 pés.

O VSI (Vertical Speed Indicator) é outro instrumento importante. Ele indica a velocidade vertical de subida ou descida do avião. É um instrumento muito sensível, e que indica de imediato ao piloto a tendência de que ele ganhará ou perderá altura se não compensar variando o seu ângulo de ataque.

Em aviões equipados para o voo por instrumentos, além do conhecido GPS temos o ADF e o VOR.

O ADF capta os sinais de um NDB que é um equipamento localizado próximo a aeroportos ou em pontos específicos da rota para auxiliar a navegação. Ele emite um sinal sonoro em código morse com a sua identificação em pequenos intervalos. No avião, se for configurado o ADF nesta mesma freqüência, a agulha do equipamento irá apontar para o local de onde vem esse sinal, cabendo ao piloto ajustar a rota para onde a agulha indicar. Este sistema, porém, está sujeito a alguns tipos de interferências e desvios de rota, por isso deve-se utilizá-lo juntamente com o VOR.

O VOR é outro equipamento instalado em solo para auxílio à navegação, porém, diferentemente do NDB o VOR emite sinais definidos nas 360 direções ao seu redor, com isso é possível configurar o equipamento de bordo e escolher voar “sobre” o sinal 180º ou 330º deste VOR, voando em direção ou se afastando dele. Evita-se assim desvios de rota.

Habilitações

A primeira habilitação para pilotar uma aeronave é a de voo visual (VFR – Visual Flight Rules). Neste caso, o piloto só usa os instrumentos do avião para checar sua altitude e velocidade, além de parâmetros do motor do avião (potência, temperatura, etc.).

As condições mínimas para que se possa efetuar um voo visual consiste em uma visibilidade mínima de 5km na horizontal e que a camada de nuvens mais baixa não esteja abaixo de 1500 pés.

Já na habilitação de voo por instrumentos (IFR – Instrumental Flight Rules), o piloto necessita apenas de alguma referência externa quando está se aproximando do solo para o pouso.

Você sabia que quase 100% dos voos comerciais no mundo são operados por instrumentos?

Mesmo em um dia de verão, sem nuvens e com o sol brilhando pilotos de aeronaves comerciais optam por voar com a ajuda de instrumentos, afinal a chance de se perder, tendo como referência apenas o contato visual é muito maior.

Mas afinal, qual a diferença entre voo visual (VRF) e voo por instrumentos (IFR)?

Em resumo Voo Visual é aquele que o piloto faz mantendo referências visuais com o exterior da aeronave, ou seja, sempre vendo o solo, longe de nuvens – e obviamente fora delas. Já Voo por Instrumentos é aquele que o piloto faz sem necessitar enxergar o que está acontecendo fora do avião, ou seja, pode estar dentro de nuvens e não conseguir visualizar o chão.

A imensa maioria dos voos comerciais é feita sobre as regras de voo por instrumentos, por mais que não tenha nuvens e o sol esteja brilhando. O fato dos aviões voarem a altitudes acima de 30 mil pés pode explicar.

Desse modo, quando é preciso pilotar o avião sem as referências visuais externas, o piloto realiza o voo por instrumentos. Para isso, são usados os instrumentos de Voo (Velocímetro, Altímetro, o Vertical Speed (velocidade de subida), o HORIZONTE ARTIFICIAL (que é o instrumento básico para se voar IFR) e os instrumentos de navegação (VOR, ILS, ADF, e Giro Direcional).

Os velocímetros das aeronaves só podem ser interpretados diretamente quando o avião voa no nível do mar e na atmosfera padrão. Com o acréscimo de altitude e com as variações da densidade do ar, certas compensações devem ser consideradas para obter a verdadeira velocidade do avião em relação ao solo.

Nos aviões modernos o piloto dispõe automaticamente das indicações de três velocidades: a indicada (VI, ou IAS em inglês); a aerodinâmica verdadeira (VA ou TAS em inglês) e a Velocidade de Solo (GS em inglês – que é a velocidade em relação ao solo). Nos aviões mais antigos o piloto usa geralmente tabelas para calcular essas velocidades. Como regra geral admite-se que a VA aumenta 2% a cada 1000 pés.

O VSI – Vertical Speed Indicator é outro instrumento importante. Ele indica a velocidade vertical de subida ou descida do avião. É um instrumento muito sensível, e que indica de imediato ao piloto a tendência de que ele ganhará ou perderá altura se não compensar variando o seu ângulo de ataque.

Em aviões equipados para o voo por instrumentos, além do conhecido GPS temos o ADF e o VOR.

O ADF capta os sinais de um NDB que é um equipamento localizado próximo a aeroportos ou em pontos específicos da rota para auxiliar a navegação. Ele emite um sinal sonoro em código morse com a sua identificação em pequenos intervalos. No avião, se for configurado o ADF nesta mesma freqüência, a agulha do equipamento irá apontar para o local de onde vem esse sinal, cabendo ao piloto ajustar a rota para onde a agulha indicar. Este sistema, porém, está sujeito a alguns tipos de interferências e desvios de rota, por isso deve-se utilizá-lo juntamente com o VOR.

O VOR é outro equipamento instalado em solo para auxílio à navegação, porém, diferentemente do NDB o VOR emite sinais definidos nas 360 direções ao seu redor, com isso é possível configurar o equipamento de bordo e escolher voar “sobre” o sinal 180º ou 330º deste VOR, voando em direção ou se afastando dele. Evita-se assim desvios de rota.

Habilitações – A primeira habilitação para pilotar uma aeronave é a de voo visual – VFR – Visual Flight Rules. Neste caso, o piloto só usa os instrumentos do avião para checar sua altitude e velocidade, além de parâmetros do motor do avião (potência, temperatura, etc.).

As condições mínimas para que se possa efetuar um voo visual consiste em uma visibilidade mínima de 5km na horizontal e que a camada de nuvens mais baixa não esteja abaixo de 1500 pés.

Já na habilitação de voo por instrumentos – IFR – Instrumental Flight Rules, o piloto necessita apenas de alguma referência externa quando está se aproximando do solo para o pouso.

Livros – O exposto acima serve como uma referência, porém se pretende seguir na carreira de piloto de avião ou helicóptero deverá estudar e conhecer bem sobre o assunto. Para tanto recomendamos alguns livros:

  • Aerodinamica e Teoria de Voo

A obra apresenta a matéria de Teoria de Voo seguindo o programa da ANAC, com desenhos feitos pelo autor do livro, Jorge M Homa, para melhor exemplificar a conteúdo. O livro termina com um capitulo de aerodinâmica de alta velocidade. Compre aqui.

  • Regulamentos de Trafego Aéreo – Voo Visual para Piloto Privado e Comercial de Aviao e Helicóptero 

Sem as complicações comuns nesta matéria, a obra apresenta os regulamentos para pilotos por instrumentos e de linha aérea de avião e helicóptero. A edição ainda conta com mais de 100 questões para fixar o conhecimento e aprendizagem. Compre aqui.

  • Regulamentos de Trafego Aéreo – Voo por Instrumentos – Avião e Helicóptero

O autor Plínio Junior trás de forma clara os regulamentos para voos por instrumentos. Compre aqui.

Você sabia que quase 100% dos voos comerciais no mundo são operados por instrumentos?

Mesmo em um dia de verão, sem nuvens e com o sol brilhando pilotos de aeronaves comerciais optam por voar com a ajuda de instrumentos, afinal a chance de se perder, tendo como referência apenas o contato visual é muito maior.

Mas afinal qual é a diferença entre um voo visual e um voo por instrumentos (IFR)?

Em resumo Voo Visual é aquele que o piloto faz mantendo referências visuais com o exterior da aeronave, ou seja, sempre vendo o solo, longe de nuvens – e obviamente fora delas. Já Voo por Instrumentos é aquele que o piloto faz sem necessitar enxergar o que está acontecendo fora do avião, ou seja, pode estar dentro de nuvens e não conseguir visualizar o chão.

A imensa maioria dos voos comerciais é feita sobre as regras de voo por instrumentos, por mais que não tenha nuvens e o sol esteja brilhando. O fato dos aviões voarem a altitudes acima de 30 mil pés pode explicar.

Desse modo, quando é preciso pilotar o avião sem as referências visuais externas, o piloto realiza o voo por instrumentos. Para isso, são usados os instrumentos de Voo (Velocímetro, Altímetro, o Vertical Speed (velocidade de subida), o HORIZONTE ARTIFICIAL (que é o instrumento básico para se voar IFR) e os instrumentos de navegação (VOR, ILS, ADF, e Giro Direcional).

Os velocímetros das aeronaves só podem ser interpretados diretamente quando o avião voa no nível do mar e na atmosfera padrão. Com o acréscimo de altitude e com as variações da densidade do ar, certas compensações devem ser consideradas para obter a verdadeira velocidade do avião em relação ao solo.

Nos aviões modernos o piloto dispõe automaticamente das indicações de três velocidades: a indicada (VI, ou IAS em inglês); a aerodinâmica verdadeira (VA ou TAS em inglês) e a Velocidade de Solo (GS em inglês – que é a velocidade em relação ao solo). Nos aviões mais antigos o piloto usa geralmente tabelas para calcular essas velocidades. Como regra geral admite-se que a VA aumenta 2% a cada 1000 pés.

O VSI (Vertical Speed Indicator) é outro instrumento importante. Ele indica a velocidade vertical de subida ou descida do avião. É um instrumento muito sensível, e que indica de imediato ao piloto a tendência de que ele ganhará ou perderá altura se não compensar variando o seu ângulo de ataque.

Em aviões equipados para o voo por instrumentos, além do conhecido GPS temos o ADF e o VOR.

O ADF capta os sinais de um NDB que é um equipamento localizado próximo a aeroportos ou em pontos específicos da rota para auxiliar a navegação. Ele emite um sinal sonoro em código morse com a sua identificação em pequenos intervalos. No avião, se for configurado o ADF nesta mesma freqüência, a agulha do equipamento irá apontar para o local de onde vem esse sinal, cabendo ao piloto ajustar a rota para onde a agulha indicar. Este sistema, porém, está sujeito a alguns tipos de interferências e desvios de rota, por isso deve-se utilizá-lo juntamente com o VOR.

O VOR é outro equipamento instalado em solo para auxílio à navegação, porém, diferentemente do NDB o VOR emite sinais definidos nas 360 direções ao seu redor, com isso é possível configurar o equipamento de bordo e escolher voar “sobre” o sinal 180º ou 330º deste VOR, voando em direção ou se afastando dele. Evita-se assim desvios de rota.

Habilitações

A primeira habilitação para pilotar uma aeronave é a de voo visual (VFR – Visual Flight Rules). Neste caso, o piloto só usa os instrumentos do avião para checar sua altitude e velocidade, além de parâmetros do motor do avião (potência, temperatura, etc.).

As condições mínimas para que se possa efetuar um voo visual consiste em uma visibilidade mínima de 5km na horizontal e que a camada de nuvens mais baixa não esteja abaixo de 1500 pés.

Já na habilitação de voo por instrumentos (IFR – Instrumental Flight Rules), o piloto necessita apenas de alguma referência externa quando está se aproximando do solo para o pouso.

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