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História da Aviação Brasileira

Aviação no Brasil – O brasileiro Alberto Santos Dumont mudou-se para Paris em 1891. Em 1897 realizou sua primeira ascensão em um balão. Devido ao peso dos motores da época, andava praticamente abandonada a ideia de tornar dirigíveis os balões.

Santo Dumont teve a original ideia de utilizar motores a gasolina nestes balões dando um grande passo para a solução do problema da dirigibilidade. No balão número 03, quase conseguiu a dirigibilidade, porém acidentou-se.

Logo após construiu o balão número 04 (1900) que quase o matou. O número 05 explodiu de encontro a um edifício em Paris. Com o balão número 06 (1901), finalmente conseguiu a dirigibilidade em voo, porém no ano seguinte, com este mesmo balão, quase morreu afogado ao cair na água.

Em 23/10/1906, o primeiro avião do mundo faz seu primeiro voo. Este, chamado de “14 Bis”, mais pesado que o ar, elevou-se a 50 metros de altura depois de correr cerca de 200m de pista.

Em 1932, Santos Dumont morre, totalmente desiludido com seu invento, pelo simples fato de achar que foi um dos causadores da Primeira Guerra Mundial.

Com a Segunda Guerra Mundial (1938- 1945), a aviação tomou largo impulso, desenvolvendo poderosas máquinas e habilidosos ases. Iniciou-se ainda neste período, a era dos aviões a jato, desenvolvida inicialmente pelos alemães.

Hoje em dia, a aviação comercial mundial utiliza-se de máquinas totalmente computadorizadas e de tripulações altamente qualificadas para fazer com que o transporte aéreo continue sendo o meio mais seguro para deslocar-se de um ponto a outro do planeta.

Cronologia da Aviação Civil Brasileira

1914
No dia 24 de fevereiro, pelo Ministério da Guerra, abertura oficial do primeiro aeródromo e escola de aviação do país, a Escola Brasileira de Aviação, no campos dos Affonsos, no Rio de Janeiro, contando já com 45 alunos matriculados e 15 aviões de todas as classes: monoplanos, biplanos e hidroaeroplanos.

1918
Realização da primeira concessão para o transporte aéreo, que não teve prosseguimento por parte do solicitante.

1919
Início dos estudos de implantação de legislação específica quanto ao transporte aéreo, pelo Ministério de Viação e Obras Públicas.

1922
Até o ano de 1922 foram realizadas sete concessões sem que nenhuma delas tivesse prosseguimento.

1925
O Governo da República, pela autorização contida no artigo 19 da Lei n. 4.911 de 12 de janeiro de 1925 baixou o decreto 16.083 de 23 de julho, regulamentando o serviço de transporte aéreo no país.

Até esse decreto não havia qualquer ato oficial fixando as regras a serem obedecidas na navegação aérea, nem condições a serem observadas nas concessões.

1926
A Condor Syndikat solicitou permissão especial e temporária para o estudo de uma linha entre o Rio de Janeiro e o sul do país, que foi autorizada no dia 26 de janeiro de 1927.

É realizada a primeira viagem do avião Atlântico, da Condor Syndicat, entre Buenos Aires e o Rio de Janeiro.

Autorização idêntica foi conferida em 9 de março de 1917 à Compagnie Générale d’Estreprises Aéronautiques Lignes Latecoère, afim de efetuar o tráfego postal aéreo transcontinental, sobrevoando o território brasileiro desde Fernando de Noronha até Santa Victoria do Palmar.

1927
Somente nesse ano inicia-se o tráfego aéreo regular com certa regularidade, quando são autorizadas ao tráfego as seguintes companhias:

Empresas Início
Condor Syndicat, com sede em Berlim jan/27
Compagnie Générale Aéronautiques, com sede em Paris mar/27
Sociedade Anônima Aérea Rio Grandense jun/27

A Condor Syndicat operava duas linhas com hidroavião:

Rio de Janeiro – Rio Grande, com escalas em Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul e Florianópolis.

Rio Grande – Santa Vitória do Palmar, podendo se estender até Montevidéo.

A Compagnie Générale d’Entréprises Aéronautiques – Ligne Aériennes Latécoère – que efetuava o transporte de malotes postais entre a Europa e a América do Sul, recebe autorização a título precário e de experiência, na rota a partir de Fernando de Noronha, seguindo pelo litoral até a fronteira com o Uruguai, em Santa Vitória do Palmar.

“Sob os auspícios da Condor Syndicat, é constituída uma companhia nacional, a Empresa de Viação Aérea Rio-Grandense (VARIG), que mantém o tráfego aéreo regular para o transporte de passageiros e cargas entre Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, de acordo com concessão obtida pelo decreto 17.832 de 10 de junho de 1927”.

No dia 10 de junho, através do Decreto 17.832, o governo federal concede permissão à Viação Aérea Rio-Grandense a estabelecer tráfego aéreo em determinados pontos do território nacional.

Em junho, início da operação da primeira empresa de serviço regular de passageiros, a Viação Aérea Rio-Grandense.

No dia 31 de dezembro, é matriculada a primeira aeronave comercial no registro aeronáutico brasileiro, o hidroavião “Atlântico”, de propriedade da Empresa Rio-Grandense.

Nos Estados Unidos, no 17 de março de 1927, o cel. Ralph O’Neill fundou a New York – Rio – Buenos Aires Lines Inc. – NYRBA.

1928
No dia 20 de janeiro, através do decreto 18.075, a empresa Syndicato Condor Limitada, já nacionalizada, sucessora da Condor Syndicat, inicia a operação regular de transporte de correio e passageiros, apesar da primeira linha ter sido iniciada em janeiro de 1927.

1929
Início da operação da linha New York – Rio de Janeiro – Buenos Aires, pela empresa norte-americana Nyrba, que no mesmo ano cria a Nyrba do Brasil, mais tarde renomeada para Panair do Brasil.

No dia 28 de maio, a Pan American Airways recebe autorização especial e temporária, não devendo exceder o prazo de um ano, para estabelecer tráfego aéreo sobre o território nacional, entre Belém do Pará e a cidade do Rio Grande no Rio Grande do Sul.

No dia 15 de agosto, a New York, Rio and Buenos Aires Line, Inc. recebe autorização para funcionar no país.

Durante o ano a Empresa de Viação Aérea Rio Grandense “Varig” transportou 174 passageiros na linha Porto Alegre – Pelotas – Rio Grande em 28 vôos regulares e 6 extraordinários, pelo Hidroavião Dornier Merkur “Gaucho”.

1930
No dia 24 de janeiro, obedecendo ao Código Brasileiro do Ar, que previa a operação de companhias estrangeiras com escala em aeroportos brasileiros como companhias nacionais, foi criada a NYRBA do Brasil, que passou a operar suas linhas, muito precariamente, com hidroaviões.

No dia 19 de fevereiro é inaugurada a rota com hidroaviões Consolidated Commodore, ligando em seis dias Buenos Aires a Miami.

Foi no dia 24 de janeiro, através do Decreto 19.079, que o governo federal concedeu permissão à Nyrba do Brasil S.A. a estabelecer tráfego aéreo no território nacional.

No mês de agosto, a Nyrba passa a ser controlada pela Pan American Airways – Pan Am.

A Viação Aérea Rio Grandense, primeira empresa com vôos regulares do país, opera duas linhas: a de Porto Alegre – Pelotas – Rio Grande, com extensão de 290 km e 3 vôos semanais, e a de Porto Alegre – Tramandahy – Torres, com extensão de 240 km e 1 voo semanal.

Estatística do tráfego aéreo comercial entre 1927 e 1930

Ano Extensão média em Km Aeronaves Pilotos Número  de voos Percurso Km Duração dos voos Pax
1927 6355 13 12 143 109208 169h13m 643
1928 6595 57 24 1178 912359 6615h19m 2504
1929 7245 51 23 1476 1144720 8257h52m 3651
1930 13643 62 39 1767 1617977 12013h05m 4667

1931
Criação do Departamento de Aeronáutica Civil – DAC, com as atividades iniciais circunscritas no Rio de Janeiro, devido à carência de pessoal.

As primeiras verbas concedidas para execução de obras pela Aeronáutica Civil foram destinadas ao Aeroporto do Rio de Janeiro. Mais tarde foi concedida uma verba para a execução de obras em algumas dezenas de campos de pouso do interior, destinados ao Serviço do Correio Aéreo Militar, e pouco depois, outra verba para construção de uma pista em Fernando de Noronha.

1933
No dia primeiro de fevereiro, é aprovado o plano geral de construção do Aeroporto do Rio de Janeiro, a ser implantado em área aterrada junto à antiga ponta do Calabouço.

No dia 30 de junho, através do Decreto 22.878, o governo federal concede permissão à Sociedade Anonyma Brasileira Aerolloyd Iguassú S.A. a estabelecer tráfego aéreo no território nacional. No dia 18 de julho a companhia realiza seu primeiro voo.

No dia 4 de novembro, criação da VASP – Viação Aérea São Paulo, que realiza seu primeiro voo comercial apenas em 1936, na rota São Paulo – Rio de Janeiro.

1934
No dia 31 de março, através do Decreto 24.070, o governo federal concede permissão à Viação Aérea São Paulo – VASP – a estabelecer tráfego aéreo no território nacional.

1935
Início da operação da pista do Aeroporto do Rio de Janeiro, com 400 metros de extensão, somente para o recebimento de pequenas aeronaves, quando ainda era construído o restante do aterro do aeroporto.

1936
No dia 16 de outubro, através do Decreto 1.150, o Aeroporto do Rio de Janeiro passou a denominar-se Aeroporto Santos Dumont.

Em novembro, a VASP é a primeira empresa a operar comercialmente a pista do Aeroporto Santos Dumont, com vôo procedente de São Paulo.

A Pan Air do Brasil, inaugura sua sede e hangar no Aeroporto Santos Dumont.

Pan Am, Miami – Rio de Janeiro em 12 dias, em 1936

1937
O tráfego aéreo no país se concentrava no litoral, com o uso de hidroaviões, devido a falta de campos de pouso no interior do país.

Estiveram em tráfego 66 aeronaves a serviço das companhias nacionais Varig, Sindicato Condor, Panair do Brasil, Aeroloide Iguassú e VASP, e das companhias estrangeiras Air France e Pan American Airways, além da companhia alemã de dirigíveis Luftschiffbau Zeppelin.

A Sindicato Condor Ltda. inicia a operação de uma linha de hidro-avião no Piauí, a título de experiência, entre Parnaíba e Floriano.

Subvencionadas pelo Governo Federal, as companhias Panair do Brasil e Sindicato Condor, que operavam no litoral, mantiam duas linhas no interior do país, a primeira entre Belém e Manaus, pela Panair, e a segunda, entre São Paulo e Cuiabá, via Corumbá, pela Sindicato Condor.

O Escritório Técnico da Divisão de Aeroportos, do DAC, inicia os estudos para construção dos aeroportos de Belém do Pará, Belo Horizonte e Porto Alegre, e das estações de hidroaviões de Salvador e de Vitória.

No Rio de Janeiro é iniciada a construção da primeira estação de hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 12 de junho de 1937. A estação foi construída pela Pan American Airways e também atendia aos passageiros da Panair do Brasil. Atualmente no prédio se encontra instalada a sede do III Comar – Terceiro Comando Aéreo Regional. Também no Rio de Janeiro é inaugurado o Aeroporto Bartolomeu de Gusmão, em Santa Cruz, para o abrigo e serviço de apoio de dirigíveis alemães, que realizavam voos comerciais com a Alemanha desde 1930.

No dia 21 de julho é aberto concurso para o projeto de construção da estação de passageiros do Aeroporto Santos Dumont, com as obras iniciadas no mesmo ano, sendo paralisadas em 1941 e retomadas em 1944, quando algumas instalações são entregues parcialmente.

No dia 23 de outubro, é iniciada a construção do primeiro hangar do Aeroporto Santos Dumont, o “Caquot”, inaugurado em 1940.

1938

No dia primeiro de novembro, é inaugurada a segunda estação de passageiros de hidroaviões do Aeroporto Santos Dumont, construída pelo Governo Federal, funcionando até 1942, quando é extinto o serviço com hidroaviões.

1941
A Panair do Brasil recebe o primeiro Lockeed Lodestar.

1942
As ações da Panair do Brasil, que até então estavam nas mãos de americanos, passam a ser vendidas a brasileiros. A empresa era subsidiária da Pan Am desde 1930

1951
Criação da SAVA – Serviços Aéreos do Vale Amazônico, na cidade de Belém.

1955
No dia 5 de janeiro de 1955, criação da Sadia S.A. Transportes Aéreos, que inicia operação comercial no dia 15 de março do mesmo ano com cinco aviões (três Douglas DC-3 e dois Curtiss Commander C-46), em duas linhas: Joaçaba – Londrina – Baurú – Ribeirão Preto e Joaçaba – São Paulo – Videir – Florianópolis, com três frequências semanais cada uma.

Naquela época, havia 11 empresas aéreas regulares em funcionamento no país, transportando cargas e passageiros.

1960
O país tinha a segunda maior rede de transporte aéreo comercial do planeta, somente superado pelos Estados Unidos.

1961
A Panair do Brasil, já sob controle brasileiro, recebe seus dois primeiros jatos
intercontinentais DC-8-11.

1963
A Varig recebe o primeiro Boeing 707, que entra em serviço julho do mesmo ano na rota Rio de Janeiro – New York, substituindo os Super – G.

1965
Em fevereiro de 1965, através de Decreto do Presidente Humberto Castelo Branco, do Governo Golpista de 1964, é encerrada a operação da Panair do Brasil, que é considerada falida, passando a Varig a operar suas rotas internacionais.

1969
No dia 25 de julho, a Vasp exibe no aeroporto de Congonhas os seus 4 primeiros Boeing 737 com capacidade para 84 passageiros cada.

1971
A TAM, criada em 1961, por iniciativa conjunta de um grupo de pilotos e dirigida por Orlando Ometto enfrenta dificuldades operacionais. A própria inexperiência de Ometto com aviação fez com que convidasse para sócio Rolim Adolfo Amaro, um velho conhecido e colaborador da empresa, que desde 1971 vinha operando seu próprio taxi-aéreo.

Em janeiro, inauguração do terminal de passageiros do Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

1973
A Transbrasil torna-se a primeira empresa brasileira a operar o avião nacional Bandeirante – EMB 110, fabricado pela Embraer.

1974
A Transbrasil recebe seu primeiro Boeing 727-100. Numa primeira fase, após sua criação, a Infraero – Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária – assume os aeroportos de Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Porto Alegre, Recife, Salvador, Brasília e Manaus.

1975
Apenas três grandes empresas operam no país Varig/Cruzeiro, Vasp e Transbrasil.

“O Departamento de Aviação Civil, cria oficialmente cinco novas empresas de transporte aéreo regional, com finalidade de assegurar a ligação regular entre as capitais e as pequenas cidades do interior. Uma delas, é a Nordeste Linhas Aéreas Regionais, formada com participação acionária da TransBrasil e do Governo do Estado da Bahia, que recebe os bimotores Bandeirante que pertenciam à TransBrasil.”

1984
No dia 14 de dezembro, a falência da Panair do Brasil, decretada pelo Governo Golpista de 1964, foi considerada pelo Supremo Tribunal como fraudulenta e a União condenada a ressarcir a Panair.

1990
A TAM começa a operar os Fokker100.

1991
Em novembro, início da operação de jatos na Ponte-Aérea Rio-São Paulo, com um Boeing 737-300.

1992
Em janeiro, último voo do Eletra na Ponte-Aérea Rio-São Paulo. No dia seguinte estava completa a frota de 10 boeings 737 usadas na ligação, diminuindo o tempo de viagem entre 10 e 15 minutos. Os eletras dominavam a Ponte-Aérea desde 1975.

1994
A TAM cria uma empresa aérea no Paraguai, a ARPA.

Privatização da Embraer.

1996
A TAM é eleita a companhia aérea mais rentável do mundo pela revista Airline Business e recebe dezenas de outros prêmios da imprensa no Brasil e no mundo.

Em setembro, início da operação da TAM Mercosul, após a TAM adquirir 80% das ações da LAPSA junto ao Governo do Paraguai.

Inauguração da pavimentação das pistas dos aeroportos de Nova Iguaçú (17 de setembro) e Itaperuna (12 de outubro), no estado do Rio de Janeiro.

1998
Criação da Ocean Air, como empresa de táxi aéreo para prestar serviços a empresas do setor do petróleo, na Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro.

Em novembro, a TAM inicia a operação para Miami com jatos Airbus A330-200, sendo a primeira empresa da América Latina a operar com jatos de última geração.

1999
Surge a primeira empresa nacional de aviação de voos fretados com bilhetes de baixo custo, a BRA Transportes Aéreos.

A TAM adquire 20 novas aeronaves.

2000
A Embaer lança o jato executivo Legacy.

2001
Em janeiro, criação da Gol Transportes Aéreos.

Em julho, falecimento do Comandante Adolfo Rolim Amaro – presidente da TAM, em acidente de helicóptero no Paraguai.

Em dezembro, paralisação das atividades da Transbrasil.

2002
A Ocean Air passa a operar linhas regionais entre os aeroportos de Guarulhos (SP), Santos Dumont (RJ), Macaé (RJ) e Campos (RJ), com dois aviões turbo-hélice Embraer Brasília EMB-120, com capacidade para 30 passageiros.

A OceanAir recebe do DAC – Departamento de Aviação Civil – autorização para operar como empresa de transporte aéreo regular de passageiros, carga e mala postal. No final do ano a empresa contava com 4 aeronaves Brasília, atuando em 15 cidades de 6 estados brasileiros.

2003
No final do ano, ampliação dos voos da Ocean Air para Brasília, Sorocaba, Ribeirão Preto, Rio Grande-RS, e três capitais nordestinas: Salvador, Recife e Fortaleza , além de Petrolina- PE, Barreiras-BA, Paulo Afonso-BA e Juazeiro do Norte – CE. A empresa já operava nos aeroportos das cidades de São Paulo (Congonhas), São José dos Campos, Rio de Janeiro (Santos Dumont), Campos-RJ, Macaé-RJ, Ipatinga-MG, Curitiba-PR, Cascavel-PR, Criciúma-SC, Chapecó-SC, Santo Ângelo-RS e Porto Alegre -RS.

A TAM e a Varig passam a compartilhar voos.

2004
Em março, lançamento da linha Embraer 170 / 190 e E-Jets, composta por 4 modelos. Além do EMB-190 com capacidade para até 144 assentos, inclui os modelos EMB-170, EMB- 175, e EMB-195 para até 122 passageiros.

2005
Em fevereiro, paralisação das atividades da Vasp, após intervenção federal devido à dívidas trabalhistas e fiscais.

No dia 12 de julho, início da operação da terceira empresa nacional com bilhetes de baixo custo, a Webjet, que apesar do nome em inglês, se diz 100% nacional. Opera com apenas um Boeing 737.

No dia 16 de setembro, inauguração do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Maceió, dobrando a capacidade anual de 600 mil para 1 milhão e 200 mil passageiros.

No dia 7 de novembro, início da operação do segundo destino internacional da Gol Transportes Aéreos, com 4 voos semanais para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, a partir de Campo Grande – MS.

No dia 10 de novembro, início da operação da TAM Linhas Aéreas para New York, com novos Airbus A320 entregues no mês de outubro do mesmo ano.

No dia 17 de novembro, início da operação da BRA em voos regulares, empresa que antes operava somente em voos fretados. Inicia a operação com 6 voos, a partir de Congonhas, atendendo 8 capitais do país. A Companhia contava com 9 aeronaves, devendo receber a décima até o final de dezembro do mesmo ano. Durantes os primeiros meses de 2006 estava previsto o serviço para mais 16 cidades.

No dia 23 de dezembro, início da operação parcial, ainda com 1.400 vagas, do edifício garagem do Aeroporto de Congonhas. A previsão é que obra seja concluída em fevereiro de 2006, com capacidade total para 3.400 veículos. No mesmo dia é inaugurada mais uma etapa da obra de ampliação da estação de embarque, que ganha mais 2.200 metros quadrados e 4 novas pontes de embarque, totalizando 12, junto das 8 pontes existentes inauguradas há um ano.

2006
No dia 9 de janeiro, início da operação da Ocean Air com aeronaves de maior porte, com jatos Mk28, em linhas entre o Rio de Janeiro, São Paulo e oNordeste. Em janeiro, inauguração de duas das oito pontes de embarque, previstas na obra de ampliação do Aeroporto Santos Dumont.

Em março é criana a Agência Nacional de Aviação Civil que substitui o antigo DAC.

Em abril, previsão de conclusão da obra de ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que terá sua capacidade ampliada de 1,8 milhão para 8,5 milhões de passageiros/ano.

A Webjet, que operava linhas regulares desde julho de 2005, passa a operar somente com voos fretados, por meio de acordos com empresas de turismo. A empresa chegou a operar voos regulares entre Rio, São Paulo, Florianópolis, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte, com apenas um avião e 120 empregados.

Em novembro, inauguração de nova sala de desembarque e acesso viário, no aeroprto de Congonnhas.

No final do ano a frota da TAM chega a 96 aeronaves, ao receber mais um Airbus A320.

A Ocean Air foi a companhia aérea que mais cresceu em 2006.

Em 2006, apesar dos problemas verificados na monitoração do tráfego aéreo, que causou inúmeros atrasos e cancelamentos de voos, o tráfego aéreo no país cresceu mais de 10%.

2007
Previsão de término das obras de ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas.

Em março a Gol Transportes Aéreos adquire a Varig.

No dia 26 de julho, a Embraer faz voo inaugural do jato Phenom 100. O modelo foi lançado em maio de 2005, sendo o primeiro corte de peça realizado em maio de 2006.

Em julho, dos 67 aeroportos administrados pela Infraero, somente 10 são rentáveis. Neste mesmo mês, o aeroporto de Cumbica ultrapassa o aeroporto de Congonhas em movimento de número de passageiros.

No dia 2 de agosto, o ministro da defesa Nelson Jobim apresenta a nova malha aérea da aviação comercial de passageiros, visando desafogar os aeroportos de Congonhas e Guarulhos em São Paulo. O aeroporto de Congonhas deixa de ser um ponto de escalas nacionais.

Em setembro, em função do acidente do voo do TAM de 17 de julho, o aeroporto de Congonhas é descongestionado, deixando de receber voos do norte e nordeste do país.

2008

Em março, o brasileiro naturalizado americano e CEO da Jet Blue, David Neeleman (foto), anunciou que o Brasil ganharia uma nova empresa aérea operando com frota dos moderníssimos E-Jets da Embraer.

Em maio, o nome “Azul” é escolhido por milhares de internautas para ser o nome da empresa de David Neeleman.

Em agosto a TAM recebe a primeira das oito aeronaves 777-300ER adquiridas da Boeing.

Em 15 de dezembro é inaugurado o primeiro voo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras de Viracopos, Campinas, com destino a Salvador, Bahia.

2010

No dia 10 de Abril, a Ocean Air recebe seu primeiro Airbus. A empresa que operava apenas com Fokker, expande negócios – passa a se chamar Avianca em 26 de Abril e em 7 de maio já recebe seu segundo Airbus A319 para competir na ponte aéra.

No dia 13 de maio a TAM Airlines celebra com festa sua entrada na maior rede de companhias aéreas do mundo, passa a ser “a star alliance member”.

2012

A GOL compra a WEBJET, demite 850 tripulantes e acaba com as operações desta outra.

A LAN compra a TAM para formar um dos maiores grupos de aviação do mundo – LATAM.

A AZUL compra a TRIP.

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