Início / Empregos / Como fazer uma boa entrevista em inglês

Como fazer uma boa entrevista em inglês

Já nos preocupamos bastante quando a entrevista é em português. Assim, é perfeitamente compreensível nos inquietarmos com a perspectiva de um excelente desempenho numa entrevista em inglês. Para isso, uma abordagem pragmática é necessária. Isto é, com pouco tempo de preparo, o ideal é usar o inglês que você já possui da melhor maneira possível de forma a ter uma performance de acordo com as expectativas do entrevistador.

Eis umas dicas bem importantes:

Exigências do cargo

De primeira, é importante possuir um bom conhecimento da área para preencher as necessidades do cargo em mente. Se as tarefas básicas do cargo exigem apresentações complexas, negociação com clientes internacionais, é esperado que você seja fluente. Caso apenas ligações ocasionais e pouca leitura são esperados de você, o nível intermediário de inglês parece ser suficiente.

Veja algumas perguntas sobre alguns dos vários tópicos mais comuns e freqüentemente vistos em entrevistas de inglês:

Qual foi o seu papel no crescimento da sua empresa?

Quais foram suas conquistas mais importantes recentemente?

A intenção dos profissionais de RH por detrás dessa pergunta é buscar conhecer seus valores, prioridades e crenças. Assim, este é o momento usado para avaliar não só seu inglês, mas também sua personalidade. Uma dica é fazer uma relação das palavras que você quer usar para responder essa pergunta e pesquisar em um bom dicionário tanto sua pronúncia quanto o seu uso em frases. Escreva o que deseja dizer e treine várias vezes a leitura da frase para se tornar o mais natural possível.

Linguajar: (formal e coloquial)

Evite palavras vulgares. Elas não são vistas com bons olhos pela maioria dos entrevistadores. Gírias (como em “rolar” ao invés “acontecer”) podem ser indevidas, enquanto expressões idiomáticas (“estar com a cabeça nas nuvens”, por exemplo) mostram que o candidato possui um conhecimento mais profundo da língua.

Poluições da Língua

Deve-se prestar muita atenção em não usar impropriedades da língua no momento da entrevista, pois, após um tempo no exterior, é comum que os candidatos peguem alguns “vícios” que são incorporados e utilizados no discurso sem critério algum. Alguns exemplos são “kinda”, “you know”, “sort of” e outros.

Para que isso seja efetivamente evitado e o candidato ainda tenha tempo para organizar seus pensamentos e colocações relevantes, o ideal é dar pausas mais adequadas, eliminando “well…” ou “I mean…”, pois essas práticas não alavancarão seu perfil de avaliação.

Parroting

A técnica “Parroting”, que seria o equivalente à palavra “papagaiar” em português, se resume à capacidade do candidato de captar exatamente as palavras usadas pelo entrevistador na pergunta e poder usá-las imediatamente na resposta. Aqueles que têm um conhecimento mediano do inglês já sabem que, com uma simples mudança de ordem de palavras, uma pergunta vira uma frase afirmativa. E porquê não aproveitar essa oportunidade para deixar seu discurso mais completo? Essa técnica também lhe concede tempo para refletir exatamente o quê o entrevistador está te perguntando.

Eco Positivo

Um discurso pausado permite a eliminação do risco de se embolar não apenas com a dicção, mas também com o raciocínio. Eficientemente elaborados, seus posicionamentos devem ter uma verbalização moderada de modo que atraia o entrevistador. A tonalidade da voz e seu espaçamento com um bom inglês é um grande recurso.

Elabore mais

Tendo dúvidas, não hesite em perguntar. É claro que fica um tanto que estranho se você requisitar esclarecimentos a todo o momento, mas ouça bem ao quê está sendo exposto por parte do entrevistador. O tempo para sua resposta é considerável, assim, raciocine bem e procure evitar o “yes” e o “no”, pois respostas curtas não mostram a percepção de um bom entendimento e conhecimento do idioma.

Vocabulário

Em um determinado momento da entrevista, haverá uma pergunta ideal para que você mostre seus conhecimentos de vocabulário específico da sua área de atuação. Vocábulos e chavões técnico-científicos são determinantes e contam muitos pontos.

Para treinar esse tipo de vocabulário, a leitura de revistas como Business Week, Financial Times, Forbes, assistir TV a cabo com freqüência e atualizar-se (CNN, BBC e Bloomberg) é fundamental. Já tendo o conjunto lexical necessário para o cargo proposto pelo RH, estes recursos extras só trarão efeitos positivos para a desenvoltura do seu inglês no plano da estrutura como geral, não apenas na palavra pela palavra. Lembre-se: Mais importante do que saber o vocabulário, é saber como usá-lo. Isso vai permiti-lo envolver e impactar o ouvinte já que estará cobrindo toda a extensão da conversa.

Gramática

A melhor maneira de se aprender gramática, principalmente para aquelas pessoas que não possuem tanta facilidade na aprendizagem de outros idiomas, NÃO é fazendo exercícios e mais exercícios no livro.

Ter um grupo de amigos que têm um grau maior que o seu de inglês já ajuda um pouco. É claro que o risco, caso eles não sejam profundos conhecedores da língua, é que você seja eventualmente exposto a input negativo.

Ter um professor ao seu lado que faça correções no momento em que você comete um erro lingüístico seria perfeito, pois ele teria o mesmo papel da nossa mãe quando estamos aprendendo a falar nossa primeira língua. Quando corrigido, repita a frase toda já implementando a correção. Assim, aos poucos nos acostumamos com a estrutura correta da frase de modo que não cometamos mais os erros.

Entrevista em inglês e português

Podendo ser testada até pelo telefone, uma exposição eloqüente e precisa dará ao entrevistador um panorama das habilidades comunicativas do candidato.

Ao telefone, não contamos com o campo visual. Assim, para treinar compreensão oral, ouça músicas, baixe podcasts na internet sobre um tema que te interesse, assista vídeos de qualidade no youtube e tenha à sua frente um bom dicionário. Vá se acostumando com os sons das palavras e arrisque escrevê-las e procurar seus significados, verificando se há sentido dentro do contexto apresentado.

Para níveis mais básicos, inicie por assuntos menos específicos de conhecimento geral como: comida, família, trabalho, férias e outros. Se já tiver um bom nível de inglês veja temas como: globalização, planejamento, comunicação, empreendedorismo, gerência, etc.

Uma boca e dois ouvidos

Dinâmicas de grupo em inglês também servem como meio de avaliação da performance dos candidatos. Elas avaliam tarefas específicas, seu posicionamento ante um tema, abordagens e uso da língua in-context.

Tratando de assuntos como marketing, finanças, gerência, pró-atividade, planejamento, estudo de casos, etc, ao fim do tempo, cabe-se apresentar a decisão final sobre um tópico.

Saiba avaliar o momento certo em que a sua experiência na área vai te auxiliar na dinâmica, pois isso NÃO é 100% das vezes. Deste modo, é importante que ouça bem o que está sendo requisitado não só de você como do grupo todo.

Além disso, saiba se impor na hora de colocar suas idéias, mas procure também dar espaço para os outros participarem. As dinâmicas de grupo servem tanto para verificar como as pessoas interagem entre si quanto para verem suas habilidades individuais.

Certificados Internacionais

Existe no mercado de hoje vários opções para o profissional moderno. Os testes mais reconhecidos são TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o britânico IELTS (International English Test System). Ambos atestam a sua capacidade para falar, escrever e compreender o idioma e podem ser realizados em várias cidades do país. O BULATS também é uma boa escolha e está no momento crescendo no mercado brasileiro. Várias empresas utilizam esta prova para definir níveis salariais de cada profissional. Por fim vale mencionar o TOEIC, cujo já tem excelente nome e cobertura no âmbito internacional.

Proficiência Inglês ICAO – Uma entrevista de emprego sempre gera ansiedade e preocupação.

Agora, se já nos preocupamos bastante quando a entrevista é em português. Assim, é perfeitamente compreensível nos inquietarmos com a perspectiva de um excelente desempenho numa entrevista em inglês.

Para isso, uma abordagem pragmática é necessária. Isto é, com pouco tempo de preparo, o ideal é usar o inglês que você já possui da melhor maneira possível de forma a ter uma performance de acordo com as expectativas do entrevistador.


Eis umas dicas bem importantes:

Exigências do cargo – De primeira, é importante possuir um bom conhecimento da área para preencher as necessidades do cargo em mente. Se as tarefas básicas do cargo exigem apresentações complexas, negociação com clientes internacionais, é esperado que você seja fluente. Caso apenas ligações ocasionais e pouca leitura são esperados de você, o nível intermediário de inglês parece ser suficiente.

Veja algumas perguntas sobre alguns dos vários tópicos mais comuns e freqüentemente vistos em entrevistas de inglês: 

Qual foi o seu papel no crescimento da sua empresa? Quais foram suas conquistas mais importantes recentemente?

A intenção dos profissionais de RH por detrás dessa pergunta é buscar conhecer seus valores, prioridades e crenças. Assim, este é o momento usado para avaliar não só seu inglês, mas também sua personalidade. Uma dica é fazer uma relação das palavras que você quer usar para responder essa pergunta e pesquisar em um bom dicionário tanto sua pronúncia quanto o seu uso em frases. Escreva o que deseja dizer e treine várias vezes a leitura da frase para se tornar o mais natural possível.

Linguajar: (formal e coloquial) – Evite palavras vulgares. Elas não são vistas com bons olhos pela maioria dos entrevistadores. Gírias (como em “rolar” ao invés “acontecer”) podem ser indevidas, enquanto expressões idiomáticas (“estar com a cabeça nas nuvens”, por exemplo) mostram que o candidato possui um conhecimento mais profundo da língua.

Poluições da Língua – Deve-se prestar muita atenção em não usar impropriedades da língua no momento da entrevista, pois, após um tempo no exterior, é comum que os candidatos peguem alguns “vícios” que são incorporados e utilizados no discurso sem critério algum. Alguns exemplos são “kinda”, “you know”, “sort of” e outros.

Para que isso seja efetivamente evitado e o candidato ainda tenha tempo para organizar seus pensamentos e colocações relevantes, o ideal é dar pausas mais adequadas, eliminando “well…” ou “I mean…”, pois essas práticas não alavancarão seu perfil de avaliação.

Parroting – A técnica “Parroting”, que seria o equivalente à palavra “papagaiar” em português, se resume à capacidade do candidato de captar exatamente as palavras usadas pelo entrevistador na pergunta e poder usá-las imediatamente na resposta. Aqueles que têm um conhecimento mediano do inglês já sabem que, com uma simples mudança de ordem de palavras, uma pergunta vira uma frase afirmativa. E porquê não aproveitar essa oportunidade para deixar seu discurso mais completo? Essa técnica também lhe concede tempo para refletir exatamente o quê o entrevistador está te perguntando.

Eco Positivo – Um discurso pausado permite a eliminação do risco de se embolar não apenas com a dicção, mas também com o raciocínio. Eficientemente elaborados, seus posicionamentos devem ter uma verbalização moderada de modo que atraia o entrevistador. A tonalidade da voz e seu espaçamento com um bom inglês é um grande recurso.

Elabore mais – Tendo dúvidas, não hesite em perguntar. É claro que fica um tanto que estranho se você requisitar esclarecimentos a todo o momento, mas ouça bem ao quê está sendo exposto por parte do entrevistador. O tempo para sua resposta é considerável, assim, raciocine bem e procure evitar o “yes” e o “no”, pois respostas curtas não mostram a percepção de um bom entendimento e conhecimento do idioma.

Vocabulário – Em um determinado momento da entrevista, haverá uma pergunta ideal para que você mostre seus conhecimentos de vocabulário específico da sua área de atuação. Vocábulos e chavões técnico-científicos são determinantes e contam muitos pontos.

Para treinar esse tipo de vocabulário, a leitura de revistas como Business Week, Financial Times, Forbes, assistir TV a cabo com freqüência e atualizar-se (CNN, BBC e Bloomberg) é fundamental. Já tendo o conjunto lexical necessário para o cargo proposto pelo RH, estes recursos extras só trarão efeitos positivos para a desenvoltura do seu inglês no plano da estrutura como geral, não apenas na palavra pela palavra.

Lembre-se: Mais importante do que saber o vocabulário, é saber como usá-lo. Isso vai permiti-lo envolver e impactar o ouvinte já que estará cobrindo toda a extensão da conversa.

Gramática – A melhor maneira de se aprender gramática, principalmente para aquelas pessoas que não possuem tanta facilidade na aprendizagem de outros idiomas, NÃO é fazendo exercícios e mais exercícios no livro.

Ter um grupo de amigos que têm um grau maior que o seu de inglês já ajuda um pouco. É claro que o risco, caso eles não sejam profundos conhecedores da língua, é que você seja eventualmente exposto a input negativo.

Ter um professor ao seu lado que faça correções no momento em que você comete um erro lingüístico seria perfeito, pois ele teria o mesmo papel da nossa mãe quando estamos aprendendo a falar nossa primeira língua. Quando corrigido, repita a frase toda já implementando a correção. Assim, aos poucos nos acostumamos com a estrutura correta da frase de modo que não cometamos mais os erros.

Entrevista em inglês e português – Podendo ser testada até pelo telefone, uma exposição eloqüente e precisa dará ao entrevistador um panorama das habilidades comunicativas do candidato.

Ao telefone, não contamos com o campo visual. Assim, para treinar compreensão oral, ouça músicas, baixe podcasts na internet sobre um tema que te interesse, assista vídeos de qualidade no youtube e tenha à sua frente um bom dicionário. Vá se acostumando com os sons das palavras e arrisque escrevê-las e procurar seus significados, verificando se há sentido dentro do contexto apresentado.

Para níveis mais básicos, inicie por assuntos menos específicos de conhecimento geral como: comida, família, trabalho, férias e outros. Se já tiver um bom nível de inglês veja temas como: globalização, planejamento, comunicação, empreendedorismo, gerência, etc.

Uma boca e dois ouvidos – Dinâmicas de grupo em inglês também servem como meio de avaliação da performance dos candidatos. Elas avaliam tarefas específicas, seu posicionamento ante um tema, abordagens e uso da língua in-context.
Tratando de assuntos como marketing, finanças, gerência, pró-atividade, planejamento, estudo de casos, etc, ao fim do tempo, cabe-se apresentar a decisão final sobre um tópico.

Saiba avaliar o momento certo em que a sua experiência na área vai te auxiliar na dinâmica, pois isso NÃO é 100% das vezes. Deste modo, é importante que ouça bem o que está sendo requisitado não só de você como do grupo todo.

Além disso, saiba se impor na hora de colocar suas idéias, mas procure também dar espaço para os outros participarem. As dinâmicas de grupo servem tanto para verificar como as pessoas interagem entre si quanto para verem suas habilidades individuais.

Certificados Internacionais – Existe no mercado de hoje vários opções para o profissional moderno. Os testes mais reconhecidos são TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o britânico IELTS (International English Test System). Ambos atestam a sua capacidade para falar, escrever e compreender o idioma e podem ser realizados em várias cidades do país.

O BULATS também é uma boa escolha e está no momento crescendo no mercado brasileiro. Várias empresas utilizam esta prova para definir níveis salariais de cada profissional. Por fim vale mencionar o TOEIC, cujo já tem excelente nome e cobertura no âmbito internacional.

Deixe um comentário

O seu email não será publicado. Campos marcados são obrigatórios *

*