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Aviação estima 2,1 milhões de novas vagas no setor até 2035

Os dois principais construtores de aviões, revelaram as previsões de mercado para os próximos 20 anos na abertura, em 11 de julho de 2016, do Salão Aeronáutico de Farnborough, que decorre até dia 17 em Inglaterra, noticia o “La Tribune”.

A Boeing, segundo o jornal francês, refere a necessidade de 39.660 novos aviões até 2035, mais 1.550 do que a previsão do ano passado, num valor estimado de 5.900 mil milhões de dólares (cerca de 5.343 mil milhões de euros).

Já a Airbus que, ao contrário da rival, não contabiliza os aviões de menos de 100 lugares, estima que as necessidades de novos aparelhos até 2035 seja de 33.070 unidades, mais 1.530 que a estimativa do ano passado, num valor calculado de 5.200 mil milhões de dólares (perto de 4.709 mil milhões de dólares).

Esta previsão de duplicação da frota mundial coincide com as previsões de taxas médias de crescimento do tráfego aéreo para os próximos 20 anos que, segundo a Boeing, será de 4,8% ao ano e, segundo a Airbus, atingirá 4,5% anualmente, diz o La Tribune.

O crescimento do tráfego aéreo será resultado do crescimento da economia mundial que, de acordo com a Boeing, será anualmente de 2,9%, em média, até 2035. Com particular destaque para os países emergentes, como a China e a Índia, que favorecerá uma urbanização crescente e o desenvolvimento de uma classe média com meios para viajas de avião.

Também a Airbus entende que a classe média vai explodir à escala planetária nos próximos 20 anos. O construtor europeu antevê que a classe média na China e na Índia vá duplicar nos próximos 20 anos, para 3,5 mil milhões de pessoas, conclui o jornal francês.

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