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Aeroporto Santa Genoveva terá o dobro da capacidade

As obras para o novo Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, capital do Estado de Goiás, na região centro-oeste do país, recomeçaram no início de Abril e a previsão é que até o final da obra, previsto para 30 de Novembro deste ano e dos demais serviços para 4 de Abril de 2016, o aeroporto terá dobrada a sua capacidade.

A capacidade do novo Aeroporto Santa Genoveva será ampliada para 6,3 milhões de passageiros por ano, quase o dobro da capacidade atual, que é de 3,5 milhões.

Os trabalhos incluem serviços de engenharia da infraestrutura e redes externas de pista de circulação, vias de serviço internas, acesso viário, pátio de estacionamento de aeronaves, estacionamento de carros e controle de acesso.

A execução da obra está sendo realizada pelo Consorcio Odebrecht – Via Engenharia.

O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, ao lado do presidente da Infraero, Gustavo do Vale, acompanhou a reinício das obras e garantiu a conclusão dos trabalhos até o fim do ano. “A obra que nós vamos começar hoje terá condições de operar em Novembro. O contrato prevê doze meses, mas a operação acontece ainda antes da chuva.

Isso é que é mais importante”, afirmou. “Quando a obra terminar em Novembro, nós vamos iniciar estudos, já contratados, para termos autonomia até 2025. Goiânia vai ter aeroporto garantido, com esse gesto, até 2025 sem nenhum problema”, garantiu Padilha.

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, também garantiu a previsão de início das operações do novo terminal do aeroporto de Santa Genoveva. “Temos certeza que o cronograma será cumprido para que até Novembro tenhamos todo o complexo pronto”, completou o presidente da estatal.

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Com as novas obras, o aeroporto de Goiânia terá um novo sistema de pistas de circulação de aeronaves, com sete faixas que farão a ligação da atual pista de pousos e decolagens com o novo pátio de aeronaves, que terá área total de 37,5 mil m², com onze posições para aeronaves comerciais regulares, sendo quatro em pontes de embarque. O novo estacionamento de veículos, por sua vez, terá 959 vagas, com acessos pela BR-153 e pela avenida Vera Cruz.

Os passageiros também terão à disposição um mix comercial que reunirá cerca de 60 pontos, entre lojas de roupas, acessórios, alimentação, serviços, drogaria, locadora de veículos, caixas eletrônicos, casa de câmbio, agências de turismo e dos Correios, além de uma praça de alimentação.

História do aeroporto Santa Genoveva, Goiás

O primeiro aeroporto de Goiânia foi construído na década de 1930, localizado em uma área (hoje denominada Setor Aeroporto) entre o Setor Campinas e o Setor Central de Goiânia. Já à época era um aeroporto simples e pequeno, porém atendendo à realidade da região até a década de 1950.

Desde então, com o aeroporto cada vez mais importante no crescimento urbano da cidade, foi necessário a reformulação do aeródromo com melhor infraestrutura para atender às aeronaves mais modernas e maiores, bem como a crescente demanda de passageiros e cargas.

O novo aeroporto então começou a ser construído na região nordeste da cidade, distante 8 km do Setor Central. A construção da infraestrutura básica – uma pista de pouso em terra de 1.500 metros por 30 metros e rudimentar e improvisada estação de passageiros, as operações aéreas neste novo sítio tiveram início somente a partir de 17/06/56.

O aeroporto de Goiânia, desde a sua mudança para o novo sítio, foi planejado para ser um aeroporto internacional. A ideia era tornar Goiânia a primeira cidade do CO a dispor de um aeroporto internacional.

Em 1958, com o desenvolvimento do transporte aéreo na região Centro Oeste, o aeroporto teve sua pista atual pavimentada e ampliada para 2.200 metros por 45 metros.

Em 1974, entre as obras realizadas pela Infraero no aeroporto, a mais importante foi a recuperação da pista de pouso que se encontrava interditada, devido à precariedade das condições operacionais.

A pista de pouso possui, atualmente, 2500m x 45m, homologada pela portaria Anac 1566/2009, podendo operar aeronaves de médio porte tipo B-737, AirBus 320, B 707 e, eventualmente, B-767.

Com informações da SAC e Infraero | Fotos: SAC

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